- Mês anterior: 0,7%
- Vendas no varejo: 0,9% contra estimativa de 0,6%
- Vendas no varejo sem automóveis: 1,4% contra estimativa de 0,9%
Outros detalhes:
- As vendas no varejo aumentaram 0,9% em março, alcançando 72,7 bilhões de dólares.
- Quatro dos nove subsetores apresentaram ganhos, liderados por postos de gasolina e revendedores de combustíveis.
Vendas no Varejo Básico:
- As vendas no varejo básico (excluindo postos de gasolina/fornecedores de combustível e concessionárias de veículos/peças) caíram 0,1% em março. Esta é a primeira queda após dois meses de aumento.
- Os volumes das vendas no varejo caíram 0,7% em março, indicando uma redução no consumo real após ajustes de preços.
- Os revendedores de materiais de construção e equipamentos/jardinagem lideraram a queda, com vendas diminuindo 2,9% em março, após uma queda de 0,7% em fevereiro.
- Os varejistas de mercadorias gerais viram vendas caírem 0,5%, marcando a primeira queda em três meses.
- O maior aumento nas vendas no varejo básico veio dos varejistas de alimentos e bebidas, com vendas subindo 0,5%.
- Dentro dessa categoria, supermercados e outros revendedores de alimentos (excluindo lojas de conveniência) tiveram um aumento de 0,8% nas vendas.
Detalhes do Primeiro Trimestre:
- As vendas no varejo no primeiro trimestre de 2026 aumentaram 2,1%, marcando o sétimo ganho trimestral consecutivo.
- Os volumes das vendas no varejo cresceram 1,2% no primeiro trimestre de 2026.
O problema reside nas vendas sem considerar combustíveis. O número não foi tão positivo se excluirmos os ganhos provenientes do aumento dos preços dos combustíveis. O volume total de vendas no varejo caiu -0,7%. O maior aumento nas vendas no varejo em março foi registrado em postos de gasolina e revendedores de combustíveis (+12,4%). Em termos de volume, as vendas nesses estabelecimentos caíram 1,9% em março. Com as vendas disparando enquanto o volume diminui, isso indica o impacto dos preços mais altos.
- Vendas no varejo antecipadas para abril: +0,6%*
*Esta estimativa não oficial foi calculada com base nas respostas recebidas de 52,1% das empresas entrevistadas. A média da taxa de resposta final para a pesquisa nos últimos 12 meses foi de 88,3%.
O USDCAD está em alta e se aproxima das próximas metas, incluindo a retração de 61,8% e a média móvel de 200 dias entre 1,38068 e 1,3813, respectivamente. O pico acabou de atingir 1,3806.
Este artigo foi escrito por Greg Michalowski no investinglive.com.

