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Carlos Vicens concedeu uma entrevista ao jornal Marca, na qual falou sobre sua chegada ao Braga e comentou os objetivos do clube. O treinador espanhol revelou que o interesse do clube surgiu ao final da última temporada e que Pep Guardiola o incentivou na decisão que tomou:
«O nosso contrato estava prestes a se encerrar, mas estávamos focados em garantir a entrada na Champions e conseguimos isso na última rodada. O Braga respeitou essa situação e, quando recebi a proposta, assim como quando apareceu a oferta do Heracles Almelo [em 2022, ele quase assumiu esse comando], conversei com Guardiola. Ele sabia do meu histórico como treinador principal e da minha vontade e ambição de embarcar em um novo projeto e me disse algo que sempre repetia: «Se você tem esse ‘gut feeling’ (instinto), agarre-o, não hesite. Comigo, você não terá nenhum obstáculo». Pep sempre quis que as pessoas seguissem seus instintos. Com os meninos, foi o mesmo. Ele sempre encorajou os outros a perseguirem seus sonhos. Suas palavras foram sempre de apoio».
O técnico do Braga discutiu sua escolha pelo projeto:
«Porque Portugal é um país de futebol, porque o Braga é uma grande equipe, porque é um projeto onde você procura competir em tudo, joga na Europa, e tem a chance de oferecer algo que eles não conheciam, pois não é um projeto continuísta, mas sim uma mudança de filosofia e identidade de jogo. Além disso, me ofereceu a oportunidade de me testar em um país onde a qualidade dos treinadores e jogadores é muito alta. O presidente, António Salvador, também demonstrou sua ambição e determinação para que eu viesse. A combinação desses fatores fez com que, apesar de sempre refletir sobre as coisas, eu tivesse poucas dúvidas ao escolher esse caminho».
Carlos Vicens elogiou a formação dos jogadores em Braga:
«A formação foi um dos fatores que me levou a decidir vir para o Braga. É uma base de elite e possui instalações e infraestrutura técnica de alto nível. Além disso, historicamente, é uma equipe que sempre investiu na sua base. Muitos dos jogadores que se destacam aqui acabam se transferindo para grandes clubes de outras ligas. Pelo meu trabalho na Inglaterra, a possibilidade de contar com jovens que estão sempre prontos para dar o salto chamou minha atenção».
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