Foi anunciada na data de hoje, na Igreja de Santa Cruz, a edição de 2026 do Festival Internacional de Órgão de Braga (FIOB), um projeto cultural emblemático que retorna com uma programação diversificada, que ocorrerá entre 7 de fevereiro e 4 de dezembro, totalizando 35 eventos ao longo do ano.
O evento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, da Vereadora da Cultura, Catarina Miranda, e de D. José Cordeiro, entre outras figuras importantes, ressaltando a relevância institucional, cultural e simbólica do Festival para a cidade e a região.
Em sua fala, João Rodrigues enfatizou a importância da colaboração entre o Município de Braga, a Arquidiocese, o Cabido da Sé de Braga e as Irmandades da Misericórdia e de Santa Cruz, destacando que esta parceria é crucial para a realização de um evento com tal amplitude e continuidade ao longo do ano. Ele também mencionou que o Festival abrange diversos locais no município de Braga e, nesta edição, estende seu alcance ao concelho de Vila Verde, evidenciando a ambição do projeto para além do contexto urbano.
João Rodrigues também destacou a importância da requalificação do patrimônio e da valorização de diversas formas de expressão artística, considerando o FIOB um evento excepcional, parte integrante da estratégia cultural de Braga. Ele observou que a cidade vem se desenvolvendo e se tornando cada vez mais exigente em termos culturais, algo que ele vê como positivo, ressaltando que os cidadãos estão atentos e preocupados com a qualidade da produção cultural, encontrando no Festival uma resposta concreta a essas expectativas.
A equipe organizadora do Festival também destacou que o FIOB se posiciona como um espaço para encontros, convergências e diálogos, reforçando sua conexão com o território e a comunidade. Nesse sentido, enfatizou que o Festival é cada vez mais uma iniciativa da cidade para a cidade e com a cidade, promovendo uma proximidade entre patrimônio, criação artística e cidadãos.
“O Festival só é possível graças ao envolvimento e à congregação de esforços de muitas entidades e pessoas”, afirmou João Rodrigues, sublinhando a importância de manter o trabalho conjunto para potencializar os aspectos positivos desta colaboração.
Nesta que será a sua 12ª edição, o FIOB se afirma como um projeto cultural abrangente, descentralizado e acessível a diferentes públicos, apresentando ao longo do ano uma programação diversificada que inclui concertos e recitais, concertos comentados e interações com outras áreas artísticas e do conhecimento, como a literatura, a pintura, a arquitetura e a história da arte. Essa abordagem ressalta a dimensão contemporânea e multidisciplinar do órgão como patrimônio e instrumento ativo.
Para a programação completa, clique AQUI.

